Uma jornada pelos municípios de Canindé e Propriá revela uma nova geração de mestres sanfoneiros mantendo viva a tradição do forró pé-de-serra.
O som da sanfona ecoa pelas ruas de pedra, misturando-se ao aroma de milho assado e licor de jenipapo. Em cada esquina, jovens músicos redescobrem os acordes que seus avós tocavam nas festas juninas.
A Tradição que Não Morre
Nos terreiros e praças de Canindé de São Francisco, o forró é mais que música — é identidade. "Meu avô tocava nos forrós de pé de serra. Eu cresci ouvindo aquele som e soube que era meu destino", conta Pedro Henrique, 22 anos, que já se apresentou em festivais por todo o Nordeste.
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